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Deixe o inconsciente trabalhar

14/01/2010

minha consciência

Nossa mente tem dois lados: o consciente, que atinge até 10% do cérebro, e o inconsciente, que trabalha com 90% do restante.

Por essa pequena equação matemática não dificil sacar qual é a parte do cérebro que mais usamos todos os dias certo? O insconsciente está presente quando fazemos coisas sem se dar conta delas, como dirigir o carro. Esta é a mente da excelência, do fazer bem feito.

Porém, se não tivermos o cuidado de separar estas duas mentes, o consciente certamente irá querer controlar o fluxo natural das coisas.

Quando isso acontecer, evite. Respire, volte para o presente. Saia do passado que te dá angústia e do futuro que aflige. Se precisar, escreva teus pensamentos em um papel. Escreva todos eles e os jogue fora. Imagine uma placa PARE!

Faça o que for preciso, mas deixe o inconsciente trabalhar. Procure manter o equilibrio e, como diria a Nike, Just Do It.

Não deixe brotar o medo de errar. Afinal, é melhor o que erra e se desenvolve do que o que acerta sempre, mas não sobe um degrau. Não queira atingir de imediato a perfeição, pois ela irá te travar.

A FORÇA DA PALAVRA

O inconsciente é como uma massa de modelar. Totalmente controlada pela imagem feita pela consciência. Quando expomos uma idéia, quando a falamos, sem imaginar, estamos orientando nosso próprio inconsciente. Quando dizemos “eu não consigo”, “eu não sei”, adivinha o que você está dizendo para o seu insconsciente? Pois bem!

Temos a sensação de que nossas palavras são colocadas para fora (ok, o processo físico nos faz pensar isso). Mas, no entanto, lembre-se que suas palavras também acabam sendo internalizadas. E palavras viram ações. Ações viram hábitos. Hábitos viram costume e o constume vira teu destino.

Imagine agora aquele vive dizendo eu não consigo, qual será o seu destino?

Troque:

“Ai, isso é díficil” x “É um desafio, mas vou conseguir”

“Eu tenho que, eu preciso que, eu vou tentar” x “Eu quero, eu posso, eu consigo, eu mereço”

Assim, seu inconsciente voltará a ser treinado e poderá trabalhar em paz.

Review 2009

24/12/2009

Um breve histórico do que aconteceu com minha vida em 2009:

Como o social networking vai mudar o cotidiano

16/10/2009

Agora as redes sociais começaram a fazer mais sentido. É a realidade aumentada mesmo.

Três vídeos para entender o mundo

03/09/2009

1. O mundo:

2. Mudou

3. Pra valer

Não precisa falar mais nada né?

Acredite

03/09/2009

acreditar

Alguma coisa estranha acontecia na Faculdade de Relações Públicas.

Enquanto todos alunos pensavam em “administração estratégica da comunicação”, eu estava pensando em anúncios. Estava na faculdade errada! Eu poderia ter puxado o freio de mão e partir para a publicidade, mas não foi o o que aconteceu.

Segui com as Relações Públicas, mas sempre com um olhar na sala ao lado, aonde os risos eram constantes, as discussões eram mais acaloradas e sempre tinha um pessoal com uma cara diferente. Eu queria ser aquele pessoal.

Daqueles dias em diante, nunca tirei da minha cabeça que queria ser um publicitário, embora a minha vida me levasse cada vez mais para o mundo das Relações Públicas.

E aqui, faço uma pausa.

Vá agora até a sua televisão, coloque no Discovery Channel e assista a migração das Trutas que sobem os rios do Canadá para procriarem. Você já percebeu o esforço que elas fazem para subir uma queda d’água com ursos tentando comê-las? Só peixe morto nada a favor da maré.

E isso eu não queria para minha vida. Foi quando comecei a ler livros sobre propaganda, acessar sites da área, criar minhas peças, fazer cursos. Em 2007 decidi fazer uma pós-graduação em Criação Publicitária.

Lá conheci uma bússola que não me deu um N, mas apontou para um P de Planejamento.

Enquanto eu pensava em ser um redator com minha Olivetti 78 ou diretor de arte com meu lápis de carvão, nada aconteceu. Mas quando saquei qual era meu norte, a coisa começou a fluir.

Comecei com alguns freelancers na área médica – cada case cabeludo! Depois consegui juntar uma grana (e vai grana) para fazer o BootCamp da Miami Ad School – um lugar que é idolatrado e desejado por 12  entre 10 profissionais em começo de carreira. Por final, com um toque do homem lá de cima, comçarei a dar meus primeiros passos em uma grande agência nas próximas semanas.

Foi sem dúvida um esforço de anos. Durante estes anos, eu nunca deixei de lutar e correr atrás do sonho de estar no meio de pessoas diferentes e fazendo coisas que fossem diferentes. Nunca deixei de exercitar minha cabeça, tanto que não para de cair cabelo. Nunca. Sempre acreditei que um dia  o dia chegaria. E ele chegou.

Passando os dias e hoje escrevendo neste blog, a inteligência do universo fica mais clara. Percebo que era para eu ter feito RP, para eu ter desejado aquela profissão da sala ao lado e  correr atrás  do meu sonho.

Você pode terminar de ler esta história fechar o seu computador e levar sua vida ou pegar essa históra como um exemplo e mudar. Você acredita?

A mulher maravilha

17/08/2009

Muito do que aprendi a ser na vida devo a minha mãe. Mas nunca soube como dizer isto a ela. Portanto resolvir contar de outra forma. Assista:

A modinha do neurônio

13/08/2009
Seguir a moda é preservação da espécie

Seguir a moda é a preservação da espécie

Quantas vezes você já não se pegou criticando alguém por estar fazendo da modinha? Seja honesto. Aposto que até mesmo você já entrou em diversas modinhas, mas não se lembra disso na hora de abrir a boca, certo? Iphones, Ipods, Calças Diesel, Nike Shox…

Agora, para alívio da sua consciência, fique sabendo que ir no embalo, ser uma “Maria Vai com as Outras” é algo intrínseco ao ser humano e faz parte do nosso sentido de preservação da espécie.

Em uma experiência com macacos Rhesus, o cientista italiano, Giacomo Rizzolati, descobriu que quando vemos uma ação que nos dá prazer, os neurônios prémotores se ativam como se repetíssemos a ação. Mesmo sem mexer uma parte do corpo.

É por esta razão que levantamos os braços quando vemos um gol no futebol ou nos emocionamos quando ouvimos um pianista tocar um trecho de Bach. É por esta razão que você faz uma careta quando vê alguém tropicando nas Videocassetadas do Faustão. Na verdade, nosso cérebro reage como se estivéssemos fazendo exatamente aquilo.

E da mesma forma que imitamos os movimentos, imitamos comportamentos sociais. Ainda mais quando estamos dopados com uma substância química chamada Dopamina.

Esses chamados neurônios-espelho quando realizam uma ação em seu cérebro liberam a Dopamina, que nos dá uma rápida sensação de prazer.

No bastidor, a coisa funciona da seguinte forma:

Você está andando no shopping e vê uma vendedora da Zara chique, bonita, elegante, segura. Ela está toda arrumada, cheirosa e magra. Seus neurônios-espelho simulam o comportamento dela. Você quer se parecer com ela. Isso te leva a entrar na loja e experimentar o vestido. Por você ter dado vazão a este comportamento, uma carga de dopamina é liberada no seu cérebro e você começa a sorrir na loja. Sua mãe já não é mais tão chata. Seu andar na loja é o de uma modelo e o limite do seu cartão de crédito não parece estar tão estourado assim. Quando você menos percebe está caminhando feliz da vida com três sacolas na mão.

E isso é errado? Bom, vamos deixar essa com o especialista em Marketing, Martin Lindstorm, autor do livro “A Lógica do Consumo”:

“Calculamos nossas compras com base em sua possibilidade de nos trazer ou não status social – e o status social está ligado ao sucesso reprodutivo”.

Pronto. Você não precisa mais gastar com sessões de terapia e usar este dinheiro para ser feliz em muitas lojas de departamento.

New Generation

29/06/2009
Eu acessando o facebook dos meus primos. É a nova geração.

Eu acessando o facebook dos meus primos. É a nova geração.

150 toques de história

25/06/2009

Irã versus Facebook, Twitter e Youtube

Irã versus as Redes Sociais

Você é um cara de sorte. Hoje você tem a oportunidade de ver a história acontecer diante dos seus olhos. Ou melhor, diante dos seus dedos.

Antes, vou resumir alguns fatos: Uma eleição acontece no Irã com indícios de manipulação. A oposição esbraveja e convoca todos seus simpatizantes às ruas. A polícia, do lado do governo, desce o sarrafo nos protestantes. O governo controla a mídia para evitar que sua imagem fique pior do que já é internacionalmente.

Até ai, o roteiro poderia servir muito bem para os milhares de protestos em países como Venezuela, Cuba, China entre outros.

A história começa a mudar quando os jovens protestantes armados com seus celulares multifuncionais passa a registrar todo o protesto e o abuso da polícia e a usar esse conteúdo em “bunkers”como Youtube, Flickr, Facebook e Twitter.

O mundo, pela tela do computador, fica indignado e passa a reagir dando sua contribuição ao povo do Irã, que nas ruas clama por Allah.

O Irã então passa acusar os EUA por incentivar os protesto.

Mas como os EUA poderiam incentivar os protestos do Iranianos se nem embaixada ele têm naquele país? Além disso, se fossem intervir no Irã, seria com bombas e os U.S. Marines, não incentivando a queda de um ditador, certo? Talvez Bush pensaria assim. O Obama, presidente 2.0, não.

Obama e sua administração, tem colaborado e muito para a queda de Ahmadinejad.

Obama não precisa de embaixada em Teerã mais para saber dos fatos. E muito menos de exército. Seu exército, aliás, já está nas ruas de Teerã protestando e reporta de lá pelas web. Enquanto isso, Obama do lado de cá do Ocidente, garante que o tráfego vai suportar o volume das informações recebida das Arábias.

Com isso, o mundo fica sabendo de casos como da jovem Neda (o video é bem pesado, por isso pense bem antes de clicar), que um vídeo no Youtube denúncia sua morte ao som dos gritos de seu pai. Com isso o mundo fica cada vez mais indignado e reaje.

Assim, vemos que a história sendo criada nesse mundo novo das redes sociais. Tanto que grande maioria ainda mal sabem lidar com ele. Para evitar a divulgação das informações, por exemplo, o Irã já tentou de tudo, até confiscar o celular de pessoas suspeitas (como pode???).

Portanto, não deixe a história passar. Se engaje nas redes, procure saber mais, afinal, quando seu netinho perguntar sobre história, ao invés de você dizer que não se lembra, peça para ele acessar seu perfil.

Desperte o Obama que há em você

24/06/2009

O mundo ontem não deu sua rotação diária. Já eram 23 horas e o sol estava a pino, pois até ele havia parado para acompanhar a posse do 44º Presidente dos Estados Unidos.

Era uma posse cheia de simbolismos, daquelas que vão figurar nos livros de história da próxima geração. Para fazer parte dessa história ou simplesmente ter a glória de contar para os meus netos que vi a posse de Obama, procurei acompanhar de perto todo o circo que foi armado.

O que eu e até os alienígenas puderam presenciar foi a esperança que o mundo depositou junto com aquela mão negra sobre a Bíblia de Abraham Lincon, o presidente que aboliu a escravidão americana.

Todas as pessoas, dos altos senadores americanos até o Carlinhos Paraíba, porteiro lá do prédio, todos depositaram na figura de Obama seus sonhos de se viver em um lugar melhor. Isto é, na figura de um homem.

Não que eu queira estragar a festa, afinal eu não sou lá essas coisas, mas Obama, e os que o rodeiam, é apenas um homem, movido por aspirações, desejos e, por que não, imperfeições.

Vivi esta mesma esperança com a posse do também Primeiro Metalúrgico a tomar posse da presidência do Brasil. E hoje podemos afirmar: “Americanos, desta vez, estamos na frente de vocês”. Já senti essa esperança uma vez e com a decepção pude aprender algo.

A responsabilidade dos sonhos de cada um é depositada na mão de uma só pessoa. Obviamente, creio que toda essa excitação, esse circo montado, seja mais pelo palhaço que se vai do que o mágico que toma o picadeiro.

Mesmo assim, vale lembrar. Você que se emocionou que a posse de Obama, ótimo. Sua chegada até lá e a posse foram tão bacana quanto o último capítulo “A Favorita”. Ok. Mas a vida continua. A dele lá na Casa Branca e a nossa aqui nas repartições, escritórios e na portaria do prédio.

Mas a esperança não pode morrer caso o presidente americano nos decepcione com seus erros humanos.

A mudança cabe a cada um de nós. Começa já. Busque ser uma pessoa melhor a cada dia e faça por onde sempre ajudar ao próximo. Mesmo que seja uma pequena ação, como um sorriso, uma lembrança, um olhar, ela será fundamental para a mudança na vida de alguém.

E se cada um mudar um pouco, bom, então teremos novos presidentes – negros, brancos, amarelos, pardos, coloridos – a cada dia. Change. Yes, you can.